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09 janeiro, 2014

Último dia de 2013. Não poderia deixar passar em branco

Último dia do ano, resolvemos encerrar o ano em grande estilo.


Início da caminhada pela estrada da Ferradura


Família reunida em São Bento, resolvi levar a mulekada para subir o Baú pela escada.

Morro acima


 Lá fomos,,,aos pés da escada, subimos só eu, Alice e Gui, os demais, Allis e Gi, deram meia volta.


 Na escada
Eis que quase no meio da escala, ao olharmos para trás, nos damos conta da chuva chegando.  Imediatamente começamos a descer.

 Toca para baixa que a chuva vem vindo



Em uma quase sincronia, ao chegar no chão, em menos de 2 minutos a chuva chegou com todo o esplendor característico dessa época do ano.


 Tá ai chuvarada chegando...

Descemos de boa, tomando cuidado com as corredeiras que se formam na descida e acaba por esconder as valas e buracos do caminho.


Molhado pouco é bobagem

Chegamos no restaurante, sem maiores problemas, molhados e felizes,

Uma chuva para encerrar o ano vai bem

Braços

01 agosto, 2010

Férias - Parte São Bento


Depois que voltarmos do Cipó, passamos a quarta feira descansando e já na quinta estávamos nos preparando para a parte seguinte das férias, que seriam mais alguns dias em São Bento e depois seguiríamos para Itatiaia.


Como em Itatiaia teríamos de levar tudo o necessário para a nossa estada, fomos as compras e para a organização do bagageiro do carro.
Nossa, como é diferente a organização das malas de quando viajamos para o Cipó para essa perna, isso por conta da prole e da necessidade de levar mais itens. Faz parte. Cada centímetro da mala do carro deve ser aproveitado, cada pedacinho desocupado pouco tempo permanece assim.


Bem vamos ao que interessa

Na quinta a noite com as malas em ordem parimos para SB, fomos Eu, Patricia, Gui e Alice, já que o "aborrecente" de plantão de casa, preferiu ficar uma semana com a casa só para ele, podendo assim desfrutar da maravilha que o entretenimento e a aventura computadorizada pode oferecer..... chegamos no começo da noite, e após descarregar fomos dormir, já pensando no dia seguinte; destino escada do Baú.



Eu e Alice no começo da escada.

A Alice nunca havia subido a escada, e se depende-se da mãe dela, assim ficaria por mais uma década heheheh. Insisti que ela daria conta do recado, e para tranqüilizá-la (e a mim também) fomos ancorados um ao outro por uma fita longa, ambos de cadeirinha, além disso eu iria ficar o tempo todo junto a Alice.

E Assim fomos.


Detalhe para o Gui que seguia na frente


A Patricia assumiu a dianteira para assim ir registrando os momentos, o Gui em seguida, comigo e a Alice fechando o grupo.


Apesar do esforço a pequena era só sorrisos


Como muitos dos degraus são distantes uns dos outros, para a Alice cada passada era feita com muito esforço, pois era necessário erguer muito a perna para alcançar o próximo degrau, mas mesmo assim ela mandou toda a escada, com exceção apenas de uns poucos lances mais expostos (ou mais longos) que eu a ajudei, de resto ela subui tudo por conta mesmo.


Últimos degraus. Valeu o esforço !

Depois de chegar, ficamos um bom tempo curtindo a paisagem e fizemos um lanchinho.



Mamãe e filhinha no bico do Baú



Na hora de descer, a Alice ficou um pouco, digamos, desconfortável, fazer a virada deixa a barriga vazia mesmo, mas ela encarou meio com medo, meio na confiança e começamos a descer.
Descer é bem mais trabalhoso que subir, sabemos bem disso, sempre dá um pouco mais de trabalho e "adrena" um pouco mais.




Hora de descer, sempre dá um friozinho na barriga



No sábado dia 24/07 fomos para a Divisa, escalar um pouco, saímos tarde e ficamos pouco tempo, na verdade estava com os braços um pouco cansados da tensão da escalada do dia anterior e minha lesão no cotovelo voltou a dar as caras.

Nesse dia a novidade ficou por conta do cachorro do seu Dimas (dono do terreno onde está a pedra da Divisa), que quando subíamos a trila, ele prontamente espantou as vacas, e depois nos acompanhou o tempo todo, acho que na esperança de abocanhar um lance mais gratificante. O que certamente ele conseguiu


Cachorro do Dimas de olho no lanche da Alice



O importante é se divertir

Dia 25/07 resolvemos descansar e arrumar as malas de novo, pois na madrugada iríamos para Itatiaia. Aproveitamos o dia com algumas brincadeiras em família, e no final da tarde fomos ao Bauzinho apreciar o por do sol.


Esperando o sol se pôr, que delícia curtir os filhos assim

Como ficar na pedra estava frio demais, ficamos próximos a barraca do Vicente, alimentando o esquilo e proseando.


Alice e Mamãe apreciando a vista



Esse esquilo passa muito bem, obra do Vicente que acostumou ele assim

Quando o sol estava no limite de se extinguir naquele dia, voltamos para a pedra, preciar os últimos momentos do sol naquele lindo dia.


Hora de ir voltar, a friaca chega junto com a noite


Na madrugada do dia 26/07, fomos para Itatiaia, mas ai contamos depois como foi.
Braços .

07 junho, 2010

Relato de um Quase incidente

Final de semana, estivemos em São Bento, aproveitando o feriado, essa semana ainda colocaremos mais detalhes e fotos, por hora gostaria de relatar e registrar um quase incidente que aconteceu na subida da pedra do Baú pela escada do lado de São bento.

Bem vamos aos fatos

Deixamos o carro no estacionamento do restaurante Pedra do Baú, e subimos a escada pela face de SB.

Estávamos parados no "descanso dos medrosos", não com medo :-) , mas sim aguardando um grande grupo grande que descia pela escada, e para passar o tempo e desafogar um pouco a trilha, subi um trepa-pedra ao lado, e lá estava eu a observar o fluxo de pessoas, bem como a paisagem, quando um cidadão, com seu cigarro na boca, resolve fazer o que a maioria dos fumantes fazem com a bituca do cigarro, jogou no chão e segui seu caminho. O problema é que isso foi na minha frente!

Como não pude me conter, pedi para o cidadão-porco-fumante, que não deixa-se lixo na trilha, muito menos um cigarro semi acesso, pois além da sujeira, poderia iniciar um incêndio na mata, o que naquele local, certamente provocaria no mínimo um certo desconforto.

Eis que o cidadão ficou mais do que contrariado, e apesar de pegar a bituca (não sei se ele a levou de volta mesmo ou jogou no chão logo depois disso), começou a esbravejar que eu não deveria mexer com quem não conheço, que se eu não estivesse lá no alto, feito um macaco eu iria ver com ele (não sei bem o que eu veria, confesso que nem disposto a descobrir eu estava), e por ai foi, saiu esbravejando para amiga/namorada e andando. Eu de minha parte, como pacifista que sou, nem me dei ao trabalho de responder, mesmo porque não valeria à pena.

Sinceramente acho que o efeito da adrenalina da descida somado ao evidente consumo de álcool e tabaco, e mais a presença de uma fêmea próxima, fez com que o ser, ficasse mais macho que o habitual.

Realmente fiquei assustado, não com a possibilidade de uma briga, pois sinceramente não entraria em nenhuma, mas pela reação exarberada do fulano bem como pela falta de noção ao jogar um cigarro no chão. Será que ele faz isso na casa dele ? acho que não.

Não tenho nada contra o cigarro, muito menos a favor, simplesmente acredito que cada um faz o que bem entender com seu próprio corpo, o problema vêm quando a liberdade alheia se encontra com situações como essa, onde as pessoas perdem a noção do local onde estão inseridos e fazem do chão uma lata de lixo, não importando onde estejam.

Bem é isso, vale o recado e a experiência, acho que próxima eu só pego a bituca e levo de volta para um lixo.

Braços