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09 setembro, 2013

Retornando com o Blog e as paredes

Resolvi depois de tanto tempo retomar o blog.

Acontece que meio que migrei para o Face, lá é mais fácil de compartilhar fotos, histórias, e acompanhar os amigos, mas fica difícil manter um histórico para o futuro, já que além de compartilhar as aventuras, acabamos por compartilhar de tudo um pouco, perdendo um pouco o foco.

Já no blog, podemos seguir uma linha do tempo mais clara, uma espécie de diário de bordo mesmo. Por isso resolvi, depois de quase 1 ano e meio sem atualizações, voltamos

Vamos ao que interessa

Final de semana vistoso, com previsão de tempo perfeito (friozinho e sol) para escalar uma parede. Fomos para São Bento

Tínhamos planos para escalar sábado e domingo, estávamos com visitas em casa, um casal de amigos (Alfred e Joana) com sua adorável filhinha de 2 anos (Manuela), mas planos nem sempre se concretizam.

Ao chegar em casa, à noite, notamos que tudo estava apagado, e estávamos sem energia, carne apodrecida na geladeira e o odor característico, disjuntores em curto. Algo estava errado!




Taí o estrago das maritacas


Fomos ver o que se passava, maritacas entraram entre o forro e o telhado, para comer a fiação da casa, que obviamente entrou em curto. Ficamos meio limitado por conta desse problema.


Chamamos um eletricista, que foi o mesmo que fez a fiação para comprovar o problema e providenciar um remendo, enquanto arrumamos uma solução em definitivo.


Essa caminhada é dureza, mas vale MUITO!


Domingo, depois de muitas especulações, sobre onde iríamos escalar (Piedade, Falésia Paraíso, Divisa,, Ana Chata, Baú, Olhos, Aranha....), mudamos os planos que eram descer para Pinda e subimos o morro. Ana Chata foi à eleita

Na saida da via, só felicidade


Fazia muito tempo que não escalava por lá, acho que perto de 2 anos. Estávamos em 3, Eu, Patricia e Joana, (já que o marido ficou de babá) , estávamos na pilha subir pela Elektra, mas depois de subir o morro de acesso, que sai na cara da Peter Pan, mudamos de planos. Patricia e a Joana não conheciam a via, além disso, é uma via rápida (estávamos em 3,  o que significa uma escalada lenta) e garantiria um retorno perto da hora do almoço.

La veêm as moças


 Lá fomos nós, diversão garantida!


Meninas na penúltima parada


 Subimos em 3 com duas cordas, o que se mostrou um pouco complicado, pois as cordas são grossas e fazer a segurança de cima em simultâneo é tarefa árdua. Com cordas gêmeas penso ser mais tranqüilo

Adoro essa vista do Baú


 A via em é tranqüila, ainda que por conta da insegurança e falta de “parede” nos últimos tempos, dá um medinho em alguns lances. O pior é que muitas vezes fico “ensebando” algum movimento com medo de cair, depois que faço, fico inconformado com a completa ausência de coragem em lances realmente fáceis. Só com pratica para resolver essas questões mesmo.

Patricia na cordada final!


Descemos de rapel pela “Dark Side Of The Moon”, e rapidinho estávamos em casa.

Valeu demais

Espero atualizar com mais freqüência a partir de agora


Braços



21 junho, 2010

Ana chata - Peter Pan; por Guilherme "Gui" Carvalho

Ana chata - Peter Pan

No final de semana do feriado de Corpus Christi a família toda foi a São Bento e no dia 06/06, Domingo todos nós fomos até a pedra da Ana chata.

A Pepa, o Xú e a Tia Pá foram subir a pedra pela trilha da caverna dos morcegos(Pra quem não conhece a trilha, vale a pena visitar) e eu e meu pai fomos subir pela Peter pan.

Ficamos muito na frente do resto do pessoal na hora da caminhada porque eu não carregava mochila e estava muito ansioso para escalar e só voltamos a ver e ouvir eles em cima da pedra.

No começo da escalada achei loucura subirmos sem mais ninguém, pois nunca tinha feito uma via tão longa(6 cordadas) de segundo, sem ninguém de terceiro e também nunca tinha feito segurança para alguém guiando, porém estava com o Cinch e isso foi fácil(em termos, porque se meu pai tivesse caído, bem, eu finalmente aprenderia a voar), apesar da corda ficar caindo e eu ter que ficar arrumando, e enquanto eu arrumava meu pai gritava”Pô Gui não me trava”.

Após um tempo escalando vi que na verdade a escalada era muito tranqüila e fácil, por isso me tranqüilizei um pouco, muito pouco, pois quem me conhece sabe que nunca fico calmo de verdade, e só fiquei nervoso mesmo no momento de recolher as costuras, pois se esquecesse uma, não conseguiríamos mais subir, o que seria um problemão, mas eu não esqueci nenhuma. O único momento difícil mesmo foi o fato de na quinta cordada eu ter caído, mas é claro que não aconteceu nada pois estava de top-rope e não me feri, fora isso eu passei medo na crista, mas foi só medo mesmo pois a travessia era muito fácil.

Chegando lá em cima, nós nos encontramos com o resto do pessoal, lanchamos e descemos pela trilha.

A volta foi tranqüila, mais fácil que a subida, depois de descer entramos no carro e fomos pra casa, após o final de tudo fiquei muito satisfeito comigo mesmo.

Gui