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01 maio, 2011

Boulder Valinhos

Sabado de sol, estava em casa com a Alice meio sem rumo, já que a Patricia tinha de trabalhar, e não queria deixar passar o maravilhoso dia que fazia.

As pequenas lanchando no crash, dessa vez nada de escalar

Logo fomos aos boulders de Valinhos, levando além da Alice, minha sobrinha Nathalia, que estava em casa. Lá encontramos com o Zini, Luis e Rafael.

Zini no final da via

A idéia era brincar um pouco nos boulders mesmo, mas o Zini tava na pilha de malhar uma via aberta em um bloco maior lá por perto, e fomos tdos encarar a brincadeira.

Visão Geral do bloco

Bem, ninguém sabia o nome da via, ademais ninguém mandou, a via tem uma saída muito dura de pegas muito pequenas em um negativo forte, só a saída já valeu muito esforço e muita esfolação dos dedos, sem sucesso, fizemos com a ajuda do top e de uma fita longa que fazia as vezes de um estribo. Já no final da via tem um crux que me pareceu imposivel, já que mesmo “roubando” na corda, ninguém alcança as poucas agarras disponíveis, não é a toa que até agora ninguém mandou a via. Valeu a brincadeira.

Eu na frustração da saidinha impossível

Depois fomos aos blocos propriamente ditos, se bem que aquela altura já não tinha muito braço e nem pele na ponta dos dedos para gastar nos raladores de carne que são os blocos de Valinhos.

O meio da via é dura, mas fazível

Apesar de ter escalado muito pouco em termos de volume, gastei bem os dedos e braços, e acima de tudo ganhamos o dia na compania de amigos e em um local muito bacana.
No descanso


Companheira local, foi a diversão das crianças

Visão geral do pico, bacana né ?

Já nos blocos, sem muita pressão nos dedos

Zini ralando os dedos

É isso ai

braços

29 novembro, 2010

Conhecendo os Boulders de Valinhos...finalmente

Apesar de ser morador de Valinhos desde sempre (com exceção a um breve período), eu nunca havia me aventurado pelos blocos da região, basicamente porque não sou exatamente um fã de boulder, além do que, as pedras da região são na maioria verdadeiros raladores de carne – humana.

Bem, para mudar um pouco esse paradgina e aproveitar o fato de estar a 15 minutos de alguns desses picos, resolvi conhecer um dos locais freqüentados.
Peguei umas dicas com o André Funari (http://funariclimb.blogspot.com) e com o Lukinha, ambos conhecedores dos locais.

Fomos conhecer os boulders da Lagoinha. Os blocos ficam dentro de um pesqueiro, (Quero-Quero), cujo o proprietário é bastante simpático à pratica da escalada, ele mesmo passou umas dicas de como chegar aos blocos, que na verdade ficam bem a mostra, basta escolher.

O sol estava a pino, apesar de termos chego depois das 15:00, sofremos bastante por conta do calor e da falta de sombra. O Lukinha havia passado algumas indicações de como chegar à um local mais agradável, mas havia esquecido de anotar, e claro, fui parar no local "errado".

Encontramos alguns blocos que pareciam interessantes, porém nem todos proporcionam uma segurança básica e a maioria nos deixariam torrando ao sol, assim foram descartados.

Um bloco em particular me chamou a atenção, consistia em uma fenda vertical de uns 6 metros, seguido por um bloco no topo totalizando uns 7 ou 8 metros, e ao aproximar, vimos que seria ali mesmo. Gostei da cara desse ai


Bonito não ?

Porém ao analisar o bloco mais atentamente, percebi que não havia sinal de que algum escalador tivesse passador por ali, não havia marcas de magnésio alguma, havia ainda uns pedaços de rocha soltas e em alguns pontos estava bastante esfarelento, prova de que seria um FA, o que me deixou meio receoso de sair subindo assim de boa sem saber o que poderia ser lá em cima....derrepetne um pedaço de rocha solta, ou mais trechos esfarelentos (o que de fato encontrei bem no alto)

Protegendo a fenda na saida, essa peça ainda está lá


Como seguro morreu de velho, e não estava a fim de colocar o meu na reta assim de graça, resolvi pegar no carro umas peças móveis e uma corda (antiga) propositalmente trazidos com essa finalidade
.
A idéia seria subir no esquema, protege-sobe(na proteção)-protege para poder ter uma idéia da encrenca e montar um top-rope em móvel. O que se mostrou útil, pois não havia forma de descer do bloco sem uma corda mesmo.

Depois de montar o top com os móveis, fiquei malhando os movimentos por um tempo, e resolvi e linkei quase todos, empaquei na saída, que é bem dura (é crux mesmo). Tentei mais algumas vezes a saída, mas depois de abrir um buraco no dedo, tive de parar, seria demasiado desastroso continuar.

Detalhe para o Nut entalado.

Já topo da pedra, desmontei o top e desci de baldinho pelo outro lado do bloco, ralando a corda diretamente na pedra mesmo (por isso usei uma bem velha)
Infelizmente (ou felizmente) uma das peças que utilizei não saiu da fenda por nada, apesar de toda a pancada que dei nela, ficou lá, aguardando um saca nut para ser resgatada.
Agora tenho dois projetos lá, resgatar a peça e linkar todos movimentos.
É isso ai
Braços