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13 maio, 2015

Sierras de Mahoma, Boulder


Também conhecido como “mar de piedra”. É uma local totalmente atípico do Uruguai, com milhares de rochas esparramadas por uma área grande e de fácil acesso, perfeito para boulderistas

 Entrada da pousada

O local possui um camping e pousada, serve refeições e garante uma boa infra para quem quiser passar uns dias, ou apenas fazer um bate-volta. 
Possui banheiros decentes


Boulders da Sierras de Mahoma

Segue a localização do pico:



 Boulders da Sierras de Mahoma

Para chegar no local, paga-se uma diária de U$40,00, algo como R$5,00 na cotação atual

Para chegar de busão, saindo de Montevideo, tem uma opção que te deixa na porta das Sierras, e te pega na porta na volta, é só ficar atento aos horários


O ônibus é da Viação COTMI, que sai de Montevideo com destino a San José, porém só os que vão pela “ruta” 23 te deixam nas Sierras, caso contrário terá de descer na cidade de San José e buscar um taxi, mas vai sair caro, cerca de R$120,00.

 Boulders da Sierras de Mahoma

Saindo de Montevideu as 6:00 da manha, você chaga lá por volta das 8:00, e tem como opção um ônibus de regresso as 13:15 e outro as 18:30, mas antes de mais nada, confirme os horários no link da viação


 Boulders da Sierras de Mahoma

Não temos ainda um croqui do local, na verdade um camarada local está trabalhando nisso, mas chegando lá é fácil localizar os problemas, e com certeza se divertir


 Boulders da Sierras de Mahoma

Exite uma trilha bem demarcada que a galera de bike frequentemente usa, não tem erro, é só seguir as indicações

 Boulders da Sierras de Mahoma

O pico tem uma grande área inexplorada, que vale a pena se emprenhar no mato, mas cuidado com os espinhos, são muito e machucam mesmo.

 Boulders da Sierras de Mahoma

Como pode ver nas fotos, é diversão garantida para, muito passeio e boulder para fazer 


 Boulders da Sierras de Mahoma


Na estrada


Visão geral do Camping 

É isso ai.

Quanto estiver nas terras Uruguais, não deixe de conhecer esse pico, vale muito a pena

Braços

11 agosto, 2014

Valinhos Boulder

Valinhos Boulder



No topo da pedreira



Sabádo, e domingo, dia dos pais, resolvemos, depois de muito tempo ir nos blocos de Valinhos, incentivado por amigos que curtem muito boulder, fui lá verificar e conferir um novo setor descoberto recentemente, com muito potencial a ser explorado


Caminhada



A primeira impressão é que deveria ter ido lá antes, mesmo que eu não seja muito fã de boulder, o local é lindo e vale “só” pelo passeio.


 Caminhada


Fomos a família quase toda, eu, Patrícia, Gui e Alice, mais os camaradas


Entrada do novo setor...já promete logo de cara




Depois de 40 minutos de caminhada leve, praticamente tudo plano, chegamos no pico, que de cara apresenta seu potencial.

Tem muita pedra que foi partida para produção de blocos de paralelepipedos e mourões de cerca, atividade que felizmente não ocorre mais por lá.


 Essa ai virou paralelepipedos



Muitos dos blocos ficam embaixo de árvores tem a base lisa, o que facilita muito a vida e deixa a queda menos adrenante 


Alguém duvida do potencial ?



De qualquer forma tem linhas para todos os gostos e braços, desde vários V0 (de Valinhos, que em outro pico seria um grau mais elevado certamente)  até inúmeros projetos esperando cadenas.


Pequeno Jardim entre as pedras



Uma característica muito predominante dos blocos é a aspereza da rocha, ou aderência de arrancar a pele, conhecida como verdadeiro ralador de mãos de escaladores, fato que depois de dois dias se faz necessário um descanso para recompor a pele


 Eu na  fenda espacial



O pico fica em plena serra dos cocais, área de vegetação muito diferenciada, e em propriedades privadas, portanto todo respeito é pouco


                                                           Gui no bloco  Planeta diário



Meninas explorando
 

]


Ta ai a prova do crime


O Acesso fica acima da antiga pedreira de Valinhos, perto do Camping que tem lá na serra.

Fica a dica.

Braços

15 outubro, 2011

C.T. Ferragut - Vinhedo - SP

Final de semana com muita chuva!

Academia Onze A fechada

Nada de escalada nas redondeza, certo ?

ERRADO !!


Visão Geral da parede principal

Hoje fui conhecer o CT Ferragut em Vinhedo.


Próximo ao portal de Vinhedo, cerca de 10Km de casa, ou seja 10 min de carro de casa.

Visão Geral da parede secundária

Local idealizado pelo escalador Beto (que ainda não conheci), para treinar, fica em uma desativada academia de tai-Chi-chuan (é assim que escreve mesmo?) e que ele foi montando e abriu para a galera treinar também.

Junior na luta contra a gravidade.

O Zini já tinha me chamado para ir lá, mas nunca dava certo, hoje deu.

Zini, feliz que nem pinto no lixo, garantiu o dia
Não vou descrever o local, deixo para vocês verem pelas fotos.

Para escalar, basta aparecer lá, e é sugerido/pedido uma caixinha de R$ 5,00 para manter o local, cobrir gastos de água, luz e pequenas manutenções no local. Uma pechincha.

Galerinha meditando frente a inclinação da parede

Hoje estávamos, eu, Zini, Dedê e irmão, Junior, Rogério. Depois chegaram Alfredo, Cris (Zen crash pad) e Cezão, ou seja tava uma boa galerinha.

Amanha como a previsão é mais chuva, lá estaremos!

Quem quiser mais detalhes, dá uma olhada no blog dele


Braços

Renato

07 novembro, 2010

Três Corações e São Tomé



Nesse último feriado, à convite de uma amiga para a festa de seu aniversário, fomos conhecer a terra natal do Rei Pelé, para quem não sabe, Três Corações –MG (e não Santos como muitos pensam).

Bem como TC é pertin-pertin de São Tomé da Letras, obviamente aproveitamos a oportunidade e para lá rumamos.

Basicamente o que rola por lá são Boulders, é verdade que existem algumas vias de escalada, contudo nem corda levamos, iramos apenas brincar nos blocos, e estrear minha nova aquisição, um crash-pad, adquirido especialmente para essa empreitada, e para as próximas que houvem.

Chegamos no Sábado dia 30/11, nos encontramos com um ex-colega de trabalho e amigo em TC dali rumamos para São Tomé, diretamente para um restaurante aproveitar as maravilhas da culinária mineira.

Depois do almoço leve e saudável a base de Vaca atolada e galinha com quiabo, entre outros quitutes fomos conhecer os picos de boulder, nessa primeira empreitada no setor Bruxa.

Patricia escalando com o Gui na seg

A impressão visual é muito boa, logo se vê muitos blocos com muitas possibilidades, tudo muito negativo com agarrões, e na hora de entrar na brincadeira, logo percebe-se que não era só impressão, os blocos são bastante convidativos. Boas pegas e muitos negativos, com movimentos bem fortes. Resumindo adorei o pico – e vejam que eu nunca fui muito adepto do boulder.

Gui mandando ver nos blocos


Como a pança estava, digamos, meio pesada, escalamos pouco e logo voltamos para TC, onde nos alojamos e fomos conhecer a família da nossa anfitriã.


Alice que não quis saber de escalar, curtindo a linda vista


Cansado da viajem e depois de um “lanchinho reforçado” fomos para a cama.

Gui ralando os dedos

Logo pela pela manha do Domingo, depois de uma café da manha, mais que reforçado, fomos conhecer o clube da cidade de TC. Parquinho, lagos e patos enchem a paisagem do lugar, por lá ficamos a manha toda.
Ao voltar para a casa, um almoço a mineira nos esperava, costela suína ao forno, servidos com escondidinho de mandioca com carne seca, acompanhados de macarrão ao bacon...uma perdição.

Enquanto via o dia se acabar curtindo a digestão de mais uma refeição leve e saudável, resolvi contra todas as tendências normais, dar um pulo em São Tomé, para pelo menos livrar a consciência (já que o corpo não se livraria de tanta comida assim tão fácil) de tanta comilaça. Fomos conhecer o setor Mirante dessa vez.


Parquinhos convecionais também garantem a diversão


Todo mundo escalou bem mais dessa vez, até os braços se acabarem, valeu o dia.

Ao voltar para TC, mais comida nos espera. Nossa como esse povo de minas passa bem na mesa.


Na segunda, dia 01/11, iríamos conhecer a roça de uma prima da nossa anfitriã, e para lá fomos, levando peixe e camarão na bagagem. No caminho para o sítio, logo avistamos dois blocos de pedra bem próximos de onde estaríamos, que logo pensamos em conhecer.

Nas redondezas do local, há um pequeno rio, com a formação de piscinas e escorregas naturais, diversão garantida para as crianças...ok não só para eles, para todos nós :-)


Olha só eu brincado com as crianças, difícil saber quem é quem

Peixe frito, Bobó de camarão, Lula a doré, lingüiça nos esperavam. Eita vida dura sô

Depois de muito meditar, fomos conhecer os tais blocos, pensando em ser os primeiros escaladores a se embrenhar neles, logo percebemos que não éramos os primeiros por ali, um grampo “P” batido no topo da pedra sinalizava que a pedra já fora escalada.

Examinado o bloco cavado e moldado..uma tristeza

Mais adiante havia um outro bloco, ao se aproximar, percebo estranhas formações na pedra, agarras grandes demais contrastando com granito áspero, ao alinhar a vista percebo que muitas agarras foram cavadas e outras esculpidas na rocha para viabilizar a ascensão de alguém.

Detalhe para o pega construida


Sei que o tema é polêmico, mas não gosto disso, se não consigo escalar uma pedra/bloco, isso não me dá o direito de adequá-la ao meu nível de escalada. O pior é que o pico me pareceu viável, não para mim é claro, mas não me pareceu ser um problema insolúvel para escaladores fortes, contudo talvez nunca venhamos a saber, pois a pedra havia sido esculpida em muitos locais. Uma pena.


Patricia no Mirante

Terça feira dia 02/11, depois de mais um café da manha reforçado, malas prontas, fomos para São Tomé gastar o resto dos braços, dali tomaríamos o rumo de casa, pois no dia seguinte teria de voltar ao Rio de Janeiro à trabalho, conseqüentemente teria de desfazer uma mala para arrumar a outra. Uma correria danada.

Gui tentando a travessia do mirante

Ficamos por lá umas duas horas apenas, mas como era a nossa despedida, escalamos tudo o que agüentamos, apesar de pouco tempo no pico o dia rendeu muito, as mãos ficaram em frangalhos e os braços pesados, como era de se esperar.

Patricia fazendo força no setor Bruxa


Patricia fazendo força no setor Mirante


Voltamos para casa, com a satisfação de ter conhecido um novo local de escalada e com um kilo extra na balança dada a quantidade e qualidade da comida mineira.

Eu no Mirante, essa viradinha foi realmente dura


Eu de novo em uma seqüencia bacana no setor Bruxa



Resultado do dia, mãos esbugalhadas


É isso ai

Braços