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01 abril, 2014

V de Vingança, Bauzinho

Final de semana em São bento, havia planejado com o Artur uma escalada no Bauzinho, queria entra na V de Vingança, via clássica, das antigas, mas que da última vez estava abarrotada de marimbondos logo na saída


Eu na terceira cordada, uma longa travessia

 Bem planejamos sair cedo, tipo as 9:00, mas por questões obvias, saímos as 11:30, O Marcelo que estava para SBS veio junto

Saímos de casa, subimos a trilha e por volta das 13:30 começamos.


Depois de costurar a gente volta a ficar macho

 Sai guiando a primeira, com um certo receio dos marimbondos...tudo caminhava bem (ou melhor escava bem hehehe), até que perto do final da fenda, lá estavam eles.

Foi uma festa, tomei várias picadas, quase desisti, mas depois de alcançar a parada, eles “deram um tempo”

Tocando para cima

 O povo subiu sem maiores problemas, até que quando os bichos estavam de volta, resolvemos arrumar briga com eles, e lá foram mais algumas mordidas...como dói!

Escala em 3 é sempre mais demorada, não tem jeito, fomos alcançar o cume já as 18:00 foi o perereco básico que a via exige, lances duros, expostos, proteções longínquas, tudo o que gostamos :-)



 Como chegamos quase no final da tarde, apreciamos o por do sol, sempre belo..


O belo por do sol do cume do bauzinho

É isso ai 

Braços


09 junho, 2009

Fim de semana no Baú, parte 1, Sábado.


Esse último final de semana (06/06/2009), fomos somente eu e o Gui, para o Baú, saímos no sábado pela manha de Valinhos e fomos direto para São Bento, mas antes de ir para a pedra, era necessário pegar minha sapatilha que estava sendo ressolada pelo Pardal e acertar com o Eliseu o curso de escalada avançado que irei fazer nas férias. Tudo acertado, partimos para o Baú.

Lá encontramos com o Buda e o Coiso, a idéia era fazer uma escalada básica, mesmo porque assim como o Gui, eles ainda estão em começo de carreia, e já passava das 11:00 da manha.


Como sempre, havia muitos visitantes provenientes de Campos do Jordão, exibindo os mais novos modelitos da estação, e por incrível que pareça, apesar do tempo bom, havia poucos escaladores, a pedra estava quase que vazia. Acho que por conta do festival de escalada na Casa de Pedra, e como na semana que vem é feriado, a galera optou para ir para o Baú no o próximo final de semana.
Para acessar a base da via, fomos pela trilha a partir do estacionamento até a escada do Col.

Fomos direto para a Normal do bauzinho, via clássica de 4º grau, e dessa vez o que deu mais trabalho foi vencer o trepa-pedra que dá acesso a base da via, estava tudo úmido e escorregadio, fazendo-se necessário preparar um top-rope para os demais, já que realmente estava bastante perigoso.

Depois de muito escorrega-e-cai-e-escorrega todos aptos na base, começamos e escalada, divididos em duas duplas, sendo eu e o Gui na primeira, e o Buda e Coiso na segunda, já com a via equipada.
Escalada muito tranqüila e bonita, a via têm alguns esticões que podem assustar os iniciantes, mas é bem fácil mesmo, há apenas uma passada, bem protegida que dá acesso a primeira parada, onde deve-se levar o pé bem alto, e aqueles que não tem boa flexibilidade e/ou estatura sofrem um pouco, mas de qualquer forma, para o guia, é um lance bem protegido, a costura fica acima do lance, possibilitando que se proteja antes de entrar no lance.

O Buda que estava guiando com o Coiso, não teve dúvidas, e agarrou na costura para mandar o movimento, já o Gui teve de contar com a ajuda vinda de cima, (não ajuda divida, mas do pai dele), que aliviava o peso dele retesando a corda ao máximo.

Depois na segunda enfiada, o Gui estressou um pouco na saída, que conta com uma pequena travessia, onde eu havia protegido com uns móveis extras além das proteções fixas, isso para diminuir potenciais pêndulos e aumentar a segurança psicologia dele e do Buda que viria em seguida, guiando pela segunda vez na vida. Na prática essas proteções extras não se fazem necessário, mas garante principalmente, para os iniciantes (guia e para e/ou segundo) uma maior paz de espírito, sem sujar ou mesmo destruir a pedra.

Depois do cume, voltamos direto para o estacionamento, e de lá para a casa do Coiso em Campos do Jordão .